SPDA – Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas ( Para Raios )

A instalação de pára-raios é algo complexo, embora possa parecer simples. Diversos fenômenos interferem na formação das nuvens, raios, eletrostática e efeitos eletromagnéticos, por exemplo: a temperatura, a poluição, a altitude, os ventos, a ionização, o El Nino, o clima etc, os quais não podemos alterar por nossa livre vontade. Porém podemos influenciar num bom sistema de pára-raios, que se propõe a conduzir o máximo dessas descargas atmosféricas ao solo e assim diminuir os acidentes com raios e efeitos eletromagnéticos que atingem Vidas e Equipamentos eletro-eletrônicos.

O raio ou relâmpago é o fenômeno atmosférico mais espetacular oferecido pela natureza, mas também o mais aterrorizador que existe.

Ele tanto pode danificar equipamentos, e instalações elétricas, como também matar pessoas sem se quer atingi-las diretamente.

Fenômeno natural, o raio tem sido alvo de folclore e crendices populares e atemoriza até mesmo o mais intrépido ser humano pelo estrondo que provoca. Os raios matam mais pessoas do que furacões ou tornados. O Brasil tem sido recordista mundial em incidência por quilômetro quadrado, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE) em parceria com a NASA.

O Brasil sofre uma grande incidência de raios por ser o maior país tropical do mundo. É nos trópicos onde ocorrem as maiores tempestades do globo.
De acordo com o INPE, os raios matam cerca de 200 pessoas por ano no Brasil.

O raio pode matar, atingindo diretamente as pessoas, iniciando incêndios e ceifando vidas.
Aqui você encontrará um pequeno resumo de procedimentos para se proteger, e proteger também edificações, equipamentos e instalações elétricas.
Devido o Brasil ter um clima predominante tropical, a incidência de raios é maior e conseqüentemente a grande maioria das edificações necessitam de sistemas de pára-raios. A Norma Técnica ABNT NBR 5419/2015 é a base técnica e legal para nortear uma boa instalação de pára-raios, seguir os ditames desta norma de pára-raios significa boa proteção contra as descargas atmosféricas e segurança jurídica para quem contrata e para quem instala sistemas de pára-raios.
Quando o assunto é pára-raios, o nosso país é a base de estudos para vários outros, reunindo tempos em tempos os mais respeitados cientistas do mundo, que contribuem para a elaboração das normas técnicas brasileiras, americanas e européias, sejam de; instalações de pára-raios, aterramentos elétricos, proteção de surtos, compatibilidade eletromagnética etc.
A premissa maior, de que mais vale ficar sem pára-raios, do que instalar um mau sistema de pára-raios, é totalmente válida.
Portanto não basta simplesmente instalar um sistema de pára-raios, é importante seguir as normas técnicas vigentes e as legislações federais, estaduais e municipais da sua cidade, pertinentes ao tema pára-raios e aterramentos elétricos, pois nenhum sistema de pára-raios garante 100%, mesmo seguindo a risca as normas técnicas de pára-raios da ABNT. Portanto, diante de uma fatalidade, se sua instalação de pára-raios estiver legal, o fato será caracterizado como acidente, caso fortuito ou força maior, evitando indenizações caras, processos judiciais demorados, falta de cobertura pelas seguradoras etc.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Para-raioshttps://pt.wikipedia.org/wiki/Para-raios